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Também interessado em qualidade, o engenheiro agrônomo Fábio Pinto da Costa coordena, juntamente com o zootecnista Humberto Tonhati e o veterinário Pietro Sampaio Baruselli, o "Programa de Melhoramento Genético de Búfalos da Raça Murrah com Seleção para Leite" da Fazenda Campo Belo, de Ibitinga (SP). Um trabalho que começou há um ano, com o uso da inseminação artificial como principal aliada para o desenvolvimento dos animais. "Para ano que vem, entraremos com a transferência de embriões para acelerar ainda mais os resultados que pretendemos atingir com nossos reprodutores e matrizes de alto potencial leiteiro", comenta Costa, contabilizando uma produção de 500 litros de leite/dia em final de lactação, numa média de seis litros de leite/animal/dia, com variação produtiva de dois a 12 litros de leite/búfala/dia.

Com uma estimativa de 400 partos para o ano que vem na propriedade do agrônomo calcula que a produção diária deve chegar a algo bem próximo a 2.000 litros de leite/dia. No entanto, a meta maior está em atingir, dentro de três ou quatro anos, uma média individual de 10 litros de leite/dia. "Temos de zelar pela genética, pois nossa especialidade é criar e comercializar reprodutores e matrizes. Vendemos para o Brasil todo, numa proporção de 300 animais/ano. Há muita procura, uma vez que o leite de búfala esta sendo pago por suas qualidade, não por volume”.